sexta-feira, 1 de julho de 2016

FESTIVAL INTERNACIONAL DA UTOPIA DEBATE ALTERNATIVAS AO MODELO EXCLUDENTE


O Festival da Utopia, realizado entre os dias 22 e 26 em Maricá/RJ, refletiu os sentidos da utopia, as possibilidades concretas de mudar o mundo e fez uma reflexão sobre os erros e acertos das esquerdas no mundo. O evento reuniu cinco mil pessoas, com participantes de mais de 30 países, com objetivo de discutir alternativas ao modelo de desenvolvimento excludente conduzido pelo capitalismo global. 

EXEMPLO - Aleida Guevara, ativista cubana e filha de Che Guevara, participou da mesa de abertura e criticou a fragilidade e fragmentação da esquerda na América Latina. Para ela, a esquerda deve basear suas ações nas demandas concretas do cotidiano das pessoas, deve aprender com as populações mais carentes, “temos que ser mais firmes, coerentes e responsáveis. (…) Temos que ganhar o respeito de quem nos escuta. Do que vale uma esquerda se ela não é reconhecida pelo povo?”, questionou. “Se assumimos o poder e não mudamos as terríveis leis criadas pela burguesia, não podemos realizar mudanças profundas.” Bahia: “sentimento do dever cumprido” FESTIVAL INTERNACIONAL DA UTOPIA DEBATE ALTERNATIVAS AO MODELO EXCLUDENTE 

Fizeram parte da mesa de abertura o economista João Pedro Stédile, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); o prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT), e a deputada estadual Ângela Zeidan (PT). FRENTES - Stédile recordou o recente esforço das esquerdas na formação de frentes de atuação contra os retrocessos e para avançar na conduta agregadora. 

“Precisamos reunir militantes que queiram discutir a utopia do possível. Pela primeira vez na história, o ser humano tem a consciência de que o capitalismo domina todo o planeta.” O Sintracon Curitiba concluiu, na última terça-feira (21), as negociações sobre a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o sindicato patronal das olarias e cerâmicas. GANHO REAL- Todas as faixas salariais dos pisos da categoria obtiveram ganho real, com índices acima da infla- ção acumulada, o que é uma grande conquista nesses tempos de crise econô- mica. O piso do trabalhador de olaria e cerâmica teve aumento de 9,98%, com o salário mensal sendo elevado para R$ 1.236,40. Já o piso do torneiro foi recomposto com o índice de 9,95%, passando para R$ 1.482,80.

Os pisos dos queima SINTRACON CURITIBA CONQUISTA GANHO REAL NO SETOR DE OLARIAS E CERÂMICAS dores de material cerâmico e dos operadores tiveram aumento de 9,93%, chegando a um salário mensal de R$ 1.606,00. O dirigente da Conticom, Juarez Antunes, conta que os debates e apresenta- ções tiveram importância especial para os trabalhadores da construção. 

“Lembramos no festival que foi o sonho do companheiro Waldemar de Oliveira que tornou realidade o Programa Minha Casa Minha Vida. Temos a obrigação de continuar sonhando”, destacou. Juarez também ressaltou a importância de lutar contra o desgoverno Temer e pelo desenvolvimento nacional. 

“O trabalhadores da construção civil jamais abrirão mão de sua Utopia. A Conticom estará sempre solidária às demais categorias e a todos os que sonham e acreditam numa sociedade justa, democrática e socialista”.



Boletim CONTICOM


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