Sincotelba e SindVigilantes fizeram mobilização conjunta contra o desmonte
Escrito por: CUT-Bahia - Jelber Cedraz • Publicado em: 05/09/2017 - 13:14 • Última modificação: 05/09/2017 - 13:25
Após cinco dias de greve, os trabalhadores dos Correios suspenderam a paralisação depois da sinalização da empresa de negociar a agenda da campanha salarial e a suspensão por alguns dias da retirada de vigilantes de mais de 100 cidades ou postos de trabalho. A categoria aponta que não é possível trabalhar ou fazer funcionar uma agência ou unidade dos Correios sem seguranças para funcionários e clientes.
A luta unificou o Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos da Bahia (Sincotelba) e o Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança e Vigilância da Bahia (Sindvigilantes) que apontaram a necessidade da preservação do patrimônio público e da segurança das transações de saques e postagens de encomendas como alguns pontos principais da pauta.
De acordo com o SindVigilantes as consequências são perigosas. Pois, a insegurança afastará a clientela usuária de serviços do Banco Postal, coloca a população contra os trabalhadores, aumento dos assaltos nas agências, fechamentos de agências por falta de segurança, além do desemprego em massa de vigilantes e funcionários dos correios.
Contra a privatização dos correios 100% público e de qualidade, maior manutenção, melhor qualidade no atendimento aos clientes, contra o fechamento das agências e unidades operacionais, são pontos de defesa unificadas com o Sincotelba e SindVigilantes, sindicatos CUTistas.
O SindVigilantes tem participado de todas as ações de mobilização e apoio a greve. “Não ao desemprego de mais de 100 profissionais. Não ao descaso pela vida de funcionários e clientes”, alerta o SindVigilantes.
INFORMATIVO CUT BRASIL

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